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Um poema para Larissa

  • Foto do escritor: Lucas Antero
    Lucas Antero
  • 14 de nov. de 2022
  • 1 min de leitura

Eu deveria ter entendido há tempos,

Por tantas vezes

a chuva contou-me esse segredo.

Você sabe que o que procuro

é encontrar aquela brisa

que todos os espíritos livres voam.



Existe um rio,

de águas quentes e frias

onde pretendemos flutuar,

porque a alma precisa descansar e não desistir.

Se for preciso, deixa-me afundar,

meu amor por ti

me faz emergir.

Se for preciso, deixa-me afogar,

eu não sei nadar mesmo.

Ah anjo meu,

Construamos nosso pequeno castelo nesta floresta.

Ah anjo meu,

Sabe que nós dois somos espíritos livres,

por isso precisamos voar,

e em breve retornar,

para nós mesmos.

Ah anjo meu,

deixe que as flores que te dei

cresçam através de minha pele,

e teu toque: "bem me quer, mal me quer"


Neste rio você se despiu e disse:

"Eu confio em ti!"

Deitando sobre ás águas,

eu cantando uma canção de ninar secular

te fiz flutuar

O tempo parou,

e finalmente existi

enquanto fazia teu corpo-espírito flutuar.

 
 
 

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