Norte. (Poema)
- Lucas Antero

- 28 de jan. de 2016
- 1 min de leitura

Estou dispersamente indo de encontro
Ao inevitável desejo de querer mais,como um poema sem nome,
para demonstrar-se completo.
É apenas o que posso ser enquanto substância,meramente incerto.
Essa manhã está tão quieta,
Estou dicotômicamente sentimental
Sobre a perda de minha razão.
"Todos nós não estaremos mais aqui um dia!"
"Me ajude a ter esperança"
Um vale onde o eco não existe
A própria história não irá retornar
E qual seria o mal de não se ter memórias?
"Eu não sou nada frente aos outros que estão!"
"Faço de mim as vezes uma mera morfina pessoal...
Eu convivo comigo..."
Nós nos superamos à muito tempo
E talvez a humanidade siga um rumo diferente.
Quando todas as minhas alternativas se esgotarem
o que sobrar de mim será finalmente minha essência.
Não estou sozinho
Pois sei que algumas coisas estão mais ao norte...






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