Corredor de Vento (Poema)
- Lucas Antero

- 7 de set. de 2015
- 1 min de leitura

Nesse dia em que escrevo poemas,
Estaria eu sob o efeito da morfina?
Não seria triste me esperar,sabendo que vou voltar?
Se eu chorar,você conseguiria perceber o quanto me importo?
Mas talvez eu siga meus próprios passos contrários,
Para retornar de uma forma diferente.
"Estou sendo boa o suficiente?"
"E o que isso importa?"
Apenas não procure entender,
Todos os meus pensamentos
"Tudo bem,eu ficarei bem por um tempo!"
O corredor de vento, entra pela minha janela
Na minha mesa de escrever,
Que as vezes eu não estava em mim
Percebi quantos suspiros perdi.
Por onde eu teria perdido minha fé?
Em qual foto deixei meu ultimo sentimento por você?
Qual foi meu ultimo simples sonho?
Qual foi meu ultimo ato de fé?
E olhando para uma foto qualquer,
Tento entender como foi que te perdi,
E melancolicamente estou os amando.
Caminho com as consequências,
Como se não fosse mais jovem
Por favor, meu amor,
Nem meus sonhos podem morrer,quanto menos você! (dois anjos tristes)
E nesse corredor de vento
Apeteço em não me mover
E quando se desintegrou,
Esse vento os levou...
"Esse poema o escrevi para as pessoas muito importantes para mim, que eu as perdi,e na oportunidade de um sentimento a mais, descrevo os momentos perfeitos que aproveitei ao lado deles, e alguns que perdi..."






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